Fragmentos de Natal

§O Natal é luz e cor: o verde que simboliza a esperança e fé num mundo reunido e mais feliz e o vermelho que significa a força de vontade e a união de todas as pessoas do Mundo.

Carlos Alexandre

11º06

 snow_globe_150_clr_10258§ O Natal transmite simplicidade e bem-estar. As ruas revestem-se com uma magia intensa e inigualável e os transeuntes ficam maravilhados com tanta ousadia. A paisagem reluzente é composta pela grandiosa árvore de Natal que perfura o mais alto dos céus e tem no topo uma estrela que nos irá guiar pela estrada fora, definitivamente. As crianças deliciam-se com o grande manto de neve que cobre a cidade, permitindo-lhes rebolar sobre o solo pálido, criando diversos anjinhos e os mais variados bonecos de neve.

A chegada do Pai Natal agrada qualquer um e, rapidamente, o mundo ganha vida e cor com os contos de Natal que são transmitidos de geração em geração. Esta quadra, presenteia-nos com um espírito de solidariedade para com o próximo, um sentimento de entreajuda e uma sensação de profunda satisfação com tudo o que nos rodeia. O presépio, que representa o nascimento do menino Jesus, encanta todos os lares e as luzes natalícias deslumbram os nossos olhos com toda a sua sabedoria e perspicácia. É um tempo único e incomparável que une todos os seres numa bola de cristal, onde a infelicidade e a dor são ignotas.

Ana Sara Gonçalves

11º06

§O Natal está repleto de boas e más recordações que guardamos ao longo dos anos. Como sempre, existem aqueles que optam por se recordar somente das coisas boas, tal como os convívios em família e com amigos, dos comes e bebes, ou até mesmo das prendas, e outros, por outro lado, preferem recordar-se de coisa que consideram más, por isso reclamam de não receberem exatamente o que queriam, de não gostarem das prendas ou de não terem saído com os amigos porque estiveram num convívio em família.

João Pedro Gouveia

11º06

hjiuhkj§ O Natal, para mim, vai mudando de significado de ano para ano. Quando eu era mais novo, a única coisa que sabia do Natal era a existência de prendas e o sorriso das pessoas quando mas entregavam. Conforme fui crescendo, o Natal tomou uma outra visão: deixou de ser apenas a receção de bens materiais, mas sim o encontro da família. Talvez porque, à medida que os anos passavam, os meus irmãos, um por um, tenham decidido continuar com a sua vida. Passei a dar valor aos momentos em que estávamos juntos. No Natal, todas as famílias, por muito afastadas que estejam, se juntam, talvez porque esta época não permite o contrário, talvez porque simbolize muito mais do que nós achamos.

João Marcelo Nunes

11º06

§ O Natal é uma época de alegria em que reina a paz e o amor. Nesta época as pessoas costumam tornar-se mais solidárias e “abrem os olhos” para os problemas diários que afetam a nossa sociedade, tentando resolvê-los ou minimizá-los. Porém, é importante lembrar que o Natal em si é apenas um dia em 365 que constituem um ano, e é necessário combater a fome e a pobreza e ajudar quem mais precisa todos os dias, para podermos ter um mundo melhor.

Vítor Câncio

11º06

§ Para ver se fazia a vontade à minha mãe, fui à hipócrita missa do galo. Não é a missa que é hipócrita, são as pessoas que lá vão. Lembram-se que acreditam em Jesus uma vez ao ano. Mal me conseguia mexer, mas lá fui eu de lágrima no canto do olho.

Ultimamente, ela está sempre lá, no cantinho do olho, perto de cair, à espera de uma falha na minha vida, na minha personalidade. Eu tento contê-la, mas ela cai sozinha, vezes em vezes sem conta. Era bom que os sorrisos também saíssem da minha boca como as lágrimas saem dos meus olhos, mas isso era antigamente… Noutros tempos, quando a saúde não me punha à prova todos os dias, quando eu não tinha de enfrentar a desilusão dos meus pais e o fim da minha liberdade. A loucura entrou na minha cabeça no dia que eu entrei no hospital no verão, mas é uma loucura triste e estranhamente emocional. Os sorrisos são forçados a saírem, as lágrimas forçadas a ficarem. Nenhum dos dois faz o que eu “mando”.  Às vezes, dou por mim no autocarro a chorar silenciosamente. Apenas lágrimas a cair. E pensar que não ia sentir mais isso porque tinha a minha mota…  Afinal, rebentei com ela e tenho de voltar a entrar naqueles autocarros podres, mal cheirosos, com velhos mal-educados e rabugentos, sempre a resmungar e a comentar a vida dos outros. (…)

A missa acabou, fomos para casa, meti-me no quarto e claro que a internet é o meu refúgio. Acordei no outro dia com o portátil ao meu lado, na cama. Levantei-me cheia de dores e muito devagar, desci as escadas e fui abrir as prendas. Não devia haver nada para mim debaixo da árvore, pois a prenda era a mota. Mas, afinal, havia umas coisitas pelas quais estou muito agradecida. À minha mão ofereci um livro de cozinha e um CD de Natal. Acho que ficou menos desiludida comigo quando viu o CD. Ao meu pai, ofereci um CD do cantor favorito dele. Ele deu-me um abraço e disse-me que acidentes acontecem, mas que a minha mãe não ia perceber isso muito facilmente.

Catarina Ritter

11º06

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