Leitura de imagem

Esta fotografia foi tirada por Steve McCurry em 1984, na fronteira entre o Afeganistão e o Paquistão. A rapariga presente na foto chama-se Sharbat Gula e, na altura, tinha 13 anos. Foi, então, capa da “National Geographic” em 1985.

Nesta fotografia, notamos logo o olhar de Sharbat, que demonstra a miséria e o sofrimento do povo afegão. A sua roupa evidencia a pobreza e a dura vida pela qual passava, visto que se encontrava rasgada.

A então “Menina Afegã”, de acordo com a fotografia, tinha cabelo castanho, de aspeto áspero, olhos verdes, grandes, cativantes e assustados. Os seus lábios eram encarnados, de espessura média e pareciam gretados. O seu nariz era pequeno e algo pontiagudo. O seu rosto era moreno e oval, e parecia ser macio como a seda. A sua testa era pequena e sem rugas aparentes. As suas sobrancelhas eram médias e de cor acastanhada, tal como as suas pestanas. O seu queixo era redondo e saído e, por fim, tinha um pequeno sinal castanho. As suas roupas eram encarnadas e verdes e encontravam-se rasgadas. Por fim, o fundo da foto era verde.

Com esta imagem, ficamos com a impressão global de que o sofrimento, o medo e a pobreza estavam presentes no quotidiano daquele povo. Sharbat usa cores como o verde, que simboliza a esperança, uma vida melhor; o encarnado, que simboliza a sua juventude e a morte dos que a rodeiam. Podemos considera-la uma mulher forte, sofrida e vivida psicologicamente pois, muito provavelmente, já passou por muito sofrimento.

Sendo assim, esta imagem tem como função mostrar a agonia do povo afegão no ambiente de guerra, de informar os leitores do que se passa.

Em suma, Steve McCurry pretende alertar para o sofrimento que a guerra causa a quem a vivencia.

*

Adriana Costa, Maria Rola, Inês Gouveia, Sara Pereira

10º7

 *

O famoso fotógrafo Steve McCurry ficou conhecido por fotografar a rapariga que surgiu na mais emblemática capa da revista “National Geographic” quando, em 1984, numa viagem ao Afeganistão, fotografou no meio do conflito uma jovem afegã de 13 anos que, mais tarde, viria a tornar-se mundialmente conhecida.

À primeira vista, os olhos esverdeados e o vestuário simples e rasgado são os aspetos mais significativos e relevantes. Os olhos, espelho da alma, revelam receio do momento vivido, inocência face à maldade que a rodeia e esperança. A sua vestimenta vermelha e suja mostra as mortes e sangue derramado na guerra, a instabilidade e as más condições. O pano que cobre a sua cara demonstra medo e vergonha.

A imagem apresenta uma jovem com olhos expressivos, grandes, azuis esverdeados, com lábios finos e sem expressão, de pele morena e um pouco suja, tal como o cabelo de cor escura, com alguma ondulação e coberto por um pano vermelho. Ela está a olhar para o lado, com o olhar dirigido sobre o ombro e coberta por um pano. A fotografia está bem iluminada e dá a sensação de que foi capturada no momento certo.

A jovem, que apresenta ser tímida, inocente e preocupada, transmite medo, inocência, pobreza, sofrimento, angústia e uma realidade diferente do comum. O contraste das cores frias dos olhos (frio e angústia) com as cores quentes do seu vestuário (inocência, pobreza e juventude) também é um aspeto a tomar em conta.

A fotografia critica a instabilidade causada pela guerra e as pessoas inocentes que ela afeta. Tem a função informativa e teve um impacto enorme na sociedade.

Nesta foto, que também foi capa da revista, a jovem revela, através da sua aparência, olhar e pose, como se sente em relação à situação e preocupação. Através da sua beleza natural, conseguiu com que todo o mundo falasse e compreendesse o tema abordado na reportagem.

*

João Afonso Correia, Marta Abreu, Sara Jardim, Tânia Rodrigues

10º7

*

Esta é uma fotografia de Sharbat Gula, tirada por Steve McCurry em 1984, enquanto esteve infiltrado no Afeganistão. Em 1985 foi cada da “National Geographic”.

No que se refere aos aspetos mais significativos, realçam-se os seus olhos verdes muito expressivos e o seu vestuário rasgado, que demonstra o contraste entre a beleza da rapariga e a pobreza/tristeza em que se encontra.

Nesta imagem, vemos uma jovem bonita, com rosto feminino, de forma oval, olhos amendoados e verdes, lábios fechados, avermelhados, secos e carnudos. Possui um nariz pequeno e benfeito e sobrancelhas igualmente bem delineadas e castanhas. O seu cabelo é castanho, comprido, despenteado e sem brilho, enquanto que a sua pele é lisa e morena, o que, de certa forma, é sinal de juventude. A rapariga tinha um pano vermelho rasgado no ombro a cobrir a cabeça e o pescoço sobre a roupa verde que tinha vestida. A imagem possui um fundo verde, que contrasta com o pano vermelho.

A fotografia transmite-nos uma ideia de pobreza, tristeza e sofrimento que contrasta com a beleza da rapariga.

A cor verde do fundo, olhos e roupa remete para a ideia de força e esperança, enquanto o encarnado do pano simboliza o sofrimento e a morte que existem onde vive.

Através da imagem, nota-se que é uma rapariga triste, assustada, serena, calma, esperançosa e forte.

Esta é uma imagem com função informativa, pois ilustra uma reportagem.

Concluindo, trata-se de um retrato de uma jovem rapariga muito bonita, dentro dos limites culturais a que pertence. A fotografia realça a beleza natural da jovem.

*

Rúben Freitas, André Nunes, Tiago Cabral e António Gonçalves

10º14

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s