Análise do retrato “Mãe Migrante”

Este é o retrato «Mãe Migrante», tirado em 1936 por Dorothea Lange, na América, aquando da grande depressão dos anos 30.

Os aspetos físicos mais significativos são o rosto da mãe e o cansaço revelado pelos meninos.

A mulher tem a testa enrugada, os olhos abertos e umas orelhas grandes. Veste uma blusa axadrezada e um casaco esfarrapado e tem cabelo escuro. As crianças são três e os mais velhos estão apoiados nos ombros da mãe, enquanto a mais pequena descansa no seu colo. No fundo, observamos o pano da tenda em que vivem.

O rosto da mulher revela preocupação e cansaço, provavelmente provocados pelo excesso de trabalho e pelos sacrifícios que faz para sustentar os filhos. No entanto, o seu olhar distante parece estar perdido na esperança de um futuro melhor. As crianças de costas voltadas parecem tentar fugir à realidade das suas vidas, às quais foi roubada a infância.

A imagem transporta-nos para um clima de pobreza extrema em que o amor nem sempre vence tudo, mas, sem ele, não sobrevivemos. Mostra-nos também como os obstáculos da vida envelhecem o corpo e deixam bem longe a mítica felicidade.

Nesta imagem, predomina o cinzento que nos transmite sofrimento, angústia e dor, porém o branco presente na criança mais nova simboliza a paz e a pureza do futuro.

Esta imagem tem uma função informativa porque acompanha uma reportagem.

Este retrato é o espelho da importância da família que, nas dificuldades, nos apoia e que, nos piores momentos, se une para lutar por um novo dia.

Joana Martins, 10º 32

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Este é o retrato de uma mulher americana, que tem uma família constituída por sete filhos e que sustentava a sua família ao apanhar ervilhas, esta fotografia foi tirada em 1936 pela fotógrafa Dorothea Lange.

Os aspetos físicos que mais se destacam são a sua testa enrugada e os seus olhos que se encontram num pensamento longínquo.

Esta mulher encontra-se numa tenda, acompanhada pelos três filhos, tem cabelo escuro, sobrancelhas pequenas e grossas, olhos pequenos, um nariz longo, uma boca larga e tem uma cara oval que possui muitas rugas. A mulher e os filhos usam roupa velha e gasta, a mulher uma camisa axadrezada e casaco simples, os dois filhos mais velhos possuem camisas largas, simples e cinzentas e o bebé um casaco branco sujo.

A impressão global produzida é definitivamente de pobreza, pois mostra a tristeza, a preocupação e a fortuna perdida que esta família possuía no momento.

O branco do casaco do bebé representa a paz que se sente ao dormir no colo da sua mãe e o cinzento das camisas dos filhos mais velhos representa a tristeza ao verem a sua família num estado degradante.

A mulher demonstra uma tremenda preocupação pelos seus sete filhos, mas também revela ser uma mulher forte por ainda estar a sobreviver em condições mínimas, também demonstra ser uma mulher fria por não estar agarrada aos seus outros dois filhos, que demonstram carinho.

A função da imagem é informativa, pois ilustra uma reportagem da depressão da década de 1930.

Esta imagem provoca em mim sentimentos de tristeza, mas também de gratidão por nunca ter passado pelas mesmas condições de vida destas famílias.

Raquel Faria, 10º32

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