A escolha

Na hora da escolha do curso a seguir, a minha decisão ainda não era certa. Como é que é possível ter 14 anos e escolher o que se vai fazer todos os dias quando acordar? Isto é muito complicado se formos um aluno que têm capacidades para seguir o que quiser, o que é o meu caso. Eu nunca quis que esse dia chegasse para nunca ter de escolher, mas, claro, era impossível adiá-lo.

Durante o último ano do ensino básico, fui acompanhada por uma psicóloga da escola, que, na minha opinião, só me confundiu ainda mais, tal como os tios, que queriam que eu me formasse em Medicina, uma área que não admiro muito. Tudo ficou mais difícil quando eu me apercebi de que não quero seguir apenas uma profissão, mas várias, e que para isso eu precisava de escolher disciplinas de outras áreas para conseguir entrar nesses cursos na universidade. Até ao momento, nem sei porque é que escolhi este curso, nem o que quero fazer no futuro. Apenas sei que quero sair deste país, para um lugar muito melhor e com mais oportunidades.

Finalmente, eu gostaria de acabar o meu ensino secundário com uma boa média para prosseguir o meu sonho de entrar numa universidade de prestígio, o que parece que vai ser difícil, e espero, entretanto, decidir-me quanto à minha profissão futura.

 

Mariana V. Mendonça, 10º13

Docente: Paula Barradas

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