O essencial é invisível para os olhos.

Hoje em dia, preocupamo-nos muito com o valor das coisas, com a falta de dinheiro, com as coisas de marca, etc. Culpamos a falta de tempo, o excesso de trabalho e o estudo excessivo, enquanto as coisas mais simples e essenciais são apenas vistas com o coração e não têm preço. O calor dum abraço quando mais precisamos, ou uma simples demonstração de afeto, um carinho ao acordar e ao deitar, são estas pequenas coisas que nos enchem o dia, a alma e o coração.

A nossa sociedade é muito fútil, gananciosa, egoísta e triste.

Eu, pessoalmente, valorizo muito as simples coisas, gosto de “olhar” para o interior das pessoas, gosto de ver com o coração. Porque o que realmente importa é o que somos, não o que temos.

Ana Júlia Freitas (11º41)

Docente| Paula Barradas

 

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