XXX – XL

XXX. UM LIVRO – Um livro não é um livro, mas um homem que fala através de um livro. – Alberto Moravia (escritor italiano)

XXXI. ONDE NASCEU HERBERTO HELDER? – Ao fundo da Rua da Carreira, está a Capela de S. Paulo. Não é verdade? Em mau estado, infelizmente, mas está lá. Voltando à esquerda, seguindo o muro da capela, encontramos logo uma indicação de que ali nasceu o grande poeta Herberto Helder. Porém, o importante é lê-lo!

XXXII. PADRE ANTÓNIO VIEIRA – Penso que foi o maior escritor da nossa língua. – José Saramago.

XXXIII. CAMILO E A MADEIRA – Quem passear pelo Jardim Municipal terá  ideia que ali foi a cerca do desaparecido Convento de S. Francisco? E que foi o cenário de um romance de Camilo Castelo Branco? O melhor é lerem O Santo da Montanha. Verão que vale bem a pena. Um frade deu um tiro de espingarda, atirando a um pássaro e matando a célebre D. Mécia, cujo nome ali temos um pouco por toda a parte! Não há como ler o romance!

XXXIV. LEITURA – Qualquer livro tem por colaborador o seu leitor.- Maurice Barrès (escritor francês)

XXXV. ANTÓNIO NOBRE E A MADEIRA – Numa carta ao seu amigo e escritor Antero de Figueiredo, o poeta António Nobre escreve: «Regressei, há tempos, à cidade (Funchal), depois de errar durante o Verão, por estas montanhas da ilha, realmente belas. Chamam a esta ilha, em frase doce,  a «Suiça do Oceano» e não exageram: vi paisagens, aspetos, montes como só os Grisons de triste memória. De saúde vou agora muito bem.» (Quinta da Vitória, novembro 19).

XXXVI. A GRANDE TAREFA – A nossa grande tarefa está em conseguirmo-nos tornar mais humanos.  – José Saramago.

XXXVII. NATAL NA ILHA – O escritor madeirense Horácio Bento de Gouveia (1901–1983) escreveu numerosos artigos jornalísticos em diversas revistas. Chama-se O Natal na Cidade, A Festa no Campo, o conjunto de crónicas natalícias relativas à ilha, de grande utilidade para quem quiser explorar o tema. O livro foi editado pela DRAC, em 2001. Das lapinhas à matança do porco, passando pelas janeiras e pela ceia da Natal. A não perder.

XXXVIII. OS MELHORES LIVROS – Os melhores livros  são aqueles cujos leitores acreditam que eles também o poderiam ter escrito. – Blaise Pascal (filósofo francês)

XXXIX. SOBRE MADEIRENSES ILUSTRES – Um dos livros mais úteis de consulta sobre madeirenses que se destacaram nos ramos da Cultura, da Ciência, da Indústria, do Comércio, intitula-se Registo Bio-bibliográfico de Madeirenses Sécs. XIX e XX, da autoria de Luiz Peter Clode. Foi publicado pela antiga Caixa Económica do Funchal, mas ainda deve haver exemplares disponíveis na sede do BANIF, no Funchal.

XL. O TEMPO PARA LER – O tempo para ler, tal como o tempo para amar, dilata o tempo de viver. – Daniel Pennac (escritor francês)

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